Cronicas da Maré

Óculos sobre livro

08 Dez, 2025

Edit 06

gravidade

Um casal sentado na areia da praia, abraçados, sob um céu escuro e nublado. A chuva cai suavemente, enquanto as ondas do mar refletem a luz suave do pôr do sol ao fundo. Silhuetas da praia e um barco à distância complementam a cena romântica e melancólica.

Eu vou te mostrar o quanto eu sou capaz

Capaz de aguentar o quanto for preciso

Preciso, preciso


Pode até chover, pode desabar (Pode desabar)

E o que tiver que ser será

O que tiver que ser


Não há nada

Que nos prenda de alcançar um lugar ao sol

Largar o que é ruim

Não esquenta

Um dia a gente vai envelhecer

E rir do que passou


Apaga essa luz

Apaga e vem deitar

Não vou me importar de só te ver dormir

Te ver dormir


Pode até chover (Pode até chover), pode desabar (Pode desabar)

E o que tiver que ser será

O que tiver que ser


Não há nada

Que nos prenda de alcançar um lugar ao sol

Largar o que é ruim

Não esquenta

Um dia a gente vai envelhecer

E rir do que passou


O que tiver que ser será

Não tem como impedir

O que tiver que ser será

Não há nada, não há nada

O que tiver que ser será

Não tem como impedir


Pode até chover em mim que eu não vou sair daqui

Lutando contra a gravidade


E o que tiver que ser será

E o que tiver que ser será


Escrito por:

Leo Ramos, Jackson Pinheiro

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